O maior ataque aos servidores e à população está a caminho
- 16 de fev.
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Atualizado: 17 de fev.
Reforma acaba com muitos direitos dos servidores como licença-prêmio e anuênios, além de acabar com os planos de carreira

A chamada “Reforma Administrativa”, proposta pela PEC 38, não é uma modernização, mas um projeto de desmonte. Em tramitação urgente no Congresso, ela ataca a estabilidade, reduz direitos históricos e abre as portas para a terceirização de atividades essenciais do Estado.
Se aprovada, representará um retrocesso social, transformando o serviço público em mero emprego temporário, sujeito às oscilações políticas e ao interesse privado. O resultado será a fragilização da máquina pública e o desmonte de carreiras estratégicas.
Os prejuízos são concretos: fim da isonomia salarial, extinção de concursos para vagas permanentes, criação de um “regime geral” com vínculos precários e a perda de garantias que permitem ao servidor exercer sua função com independência técnica.
A PEC 38 inviabiliza o planejamento de políticas de Estado, afeta diretamente a qualidade de serviços como saúde, educação, fiscalização e segurança, e penaliza a população mais carente, que depende exclusivamente dos serviços públicos. É um projeto que privilegia o lucro em detrimento do bem comum.
Este projeto é ruim para todos os servidores, mas é uma tragédia para a população. Precisamos conscientizar a todos para pressionar os deputados a votar contra esse retrocesso.




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